Confesso que não vi a mini-série A Cidade do Homens mas depois do fantástico A Cidade de Deus foi com bastante expectativa que escolhi o último feriado para ir ver este regresso de Ralph Fiennes a África. Sentia também alguma apreensão nesta aventura de Fernado Meirelles, será que o homem que despiu as favelas aos olhos do mundo teria coragem, fora do Brasil, para continuar a fazer cinema (de intervenção) a grande nível?
Vi e senti um grande filme de vidas e de lugares que de tão distantes que ficam do nosso pensamento se diria que se encontram noutra dimensão. África tal como as favelas são zonas onde as regras são ditadas por interesses e a esperança e a salvação são palavras que não querem dizer nada...
Não me posso esquecer que Rachel Weisz, também, regressou a África, desta vez mais a sério...
algumas palavras que me ocorrem
domingo, dezembro 11, 2005
sexta-feira, dezembro 02, 2005
BD 4 - Sin City: A Cidade sem pecados
Eis que finalmente escrevo sobre a melhor adaptação de BD ao cinema...
Esta obra tem uma Jessica Alba que Fantastic Four teve e um Frank Miller atrás das câmaras, que tanta falta fez em Elektra.
Pessoalmente não acho que seja importante adaptar BD ao cinema, aliás na maior parte dos casos acho criminoso, como já referi. Condeno o cinema americano ter ganho este tique de adaptar tudo o que seja Marvel ou DC - vamos rezar para que o Super-Homem que aí vem não seja mais uma matança na praça pública, uma vez que o Homem de Aço já foi suficientemente maltratado no grande ecrâ.
Abre-se uma excepção a este maravilhoso Sin City - b&w até ao fim, com as suas muito expressivas pinceladas de "yellows & reds"...
Sin Cty não ressuscita personagens, mas sim actores, sejam bem vindo de novo ao Cinema Srs Bruce Willis e Mickey Rourke, que as vossas travessias no deserto tenham um interregno neste oásis film noir de início de século.
Esta obra tem uma Jessica Alba que Fantastic Four teve e um Frank Miller atrás das câmaras, que tanta falta fez em Elektra.
Pessoalmente não acho que seja importante adaptar BD ao cinema, aliás na maior parte dos casos acho criminoso, como já referi. Condeno o cinema americano ter ganho este tique de adaptar tudo o que seja Marvel ou DC - vamos rezar para que o Super-Homem que aí vem não seja mais uma matança na praça pública, uma vez que o Homem de Aço já foi suficientemente maltratado no grande ecrâ.
Abre-se uma excepção a este maravilhoso Sin City - b&w até ao fim, com as suas muito expressivas pinceladas de "yellows & reds"...
Sin Cty não ressuscita personagens, mas sim actores, sejam bem vindo de novo ao Cinema Srs Bruce Willis e Mickey Rourke, que as vossas travessias no deserto tenham um interregno neste oásis film noir de início de século.
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