Após oito décadas desde a sua criação, vi o cinema no seu esplendor, o que de bonito ele tem para mostrar. É de facto difícil não deixar escapar o cliché, de que já não se fazem filmes como antigamente...
E o que dizer de uma sala de cinema, no século XXI, tão concorrida para admirar
esta obra de 1927, tão pura e com tanta força de viver que perdurou até hoje e irá prdurar para sempre!Que o Nimas seja louvado por nos dar estas alegrias, de ver em grande ecrâ os rostos expressionistas do génio alemão. E que os americanos daquele tempo sejam abençoados por terem investido nesta obra prima...

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